quarta-feira, dezembro 27, 2006

121

2007. O Retorno a Floresta!


"Este é um quadro de Adolphe William BOUGUEREAU(1825 - 1905), importante pintor francês do século XIX, por muito temporotulado como "acadêmico" (termo que significava apenas "ultrapassado" pelageração moderna do século XX). O nome do quadro é "A Juventude de Baco"("La Jeunesse de Bacchus"), óleo sobre tela, 1884, coleção particular."

Obrigado, Prof. Renato Brolezzi

120

Lagartas, borboletas e mutantes. Eu prometi um dia que não deixaria um amor para trás...e não o trairia por outro. Entretanto, como é difícil manter essa promessa! Aprecio a honra que ergui para mim...mas não sei até quando essas fortalezas de moral conseguirão se manter...
Fato é que mantenho tudo por sentimento...por respeitar o sentimento de terceiros (segundos e quartos também).
Mas não se contém o animal tão fácil, não é?
Um animal comportado é querido pelas famílias.
Ele é tido como animal doméstico.
Um animal que foge do zoológico é um perigo, uma besta a solta.
A besta está na bíblia como sinônimo do diabo.
O diabo não existe sem deus...aliás...considero muito a bíblia (belas passagens), mas ela não me ajuda muito!
Aqui...convenhamos...10 mandamentos, pragas, purgação e inferno não significam muito para o meu 'consciente'.

Voltando a vaca fria, eu respeito as minhas promessas...não vou deixá-las.

domingo, dezembro 24, 2006

119

Suposto Natal. Não..não há muito de peculiar nessa data. Sinto-me fora da sintonia dessa festividade, ainda mais hoje.

terça-feira, dezembro 19, 2006

118

Lisa.











Lisa é uma semideusa presa ao mundo dos ordinários homens e mulheres sedentos por sono e sexo. Conto sobre ela e sobre erotismo no endereço abaixo:

http://lisadia.blogspot.com/

sábado, dezembro 16, 2006

117

erotismo
s. m.,
amor sensual, lúbrico;
amor físico, prazer e desejo sexual distintos da procriação;
exaltação de tudo o que é referente ao desejo sexual;
paixão amorosa.

116

Tentativa. Vou mudar algumas coisas por aqui. Quero falar de erotismo. Vou tentar.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

115

Se eu me odeio? Claro. Por que acha que busco você? O que faço aqui reprisando os piores momentos da minha vida cada vez que te desejo...Idiotices tamanhas....a sua manhã é tão opaca, não?

quarta-feira, dezembro 13, 2006

114

Medos e afins. Recordo fotos da infância...um "eu" tão inabalável pelo mundo cão. Meus temores eram monstros...criaturas inexistentes que insistiam em existir na minha mente e debaixo da cama. Hoje (quase amanhã) os meus medos multiplicaram. Receio tantas coisas e assim mesmo sou considerado 'maduro'. Que infelicidade a minha portar tantos medos certos...tantas fobias que não fariam nem cócegas na criança forte que fui um dia. Hoje (quase depois de amanhã), eu temo em lhe dizer não. Penso duas vezes ao agir pela vontade...Não atravesso nenhum caminho depois de certa hora e pior, tenho medo de mim mesmo. Medo de financiar os meus próprios medos e sacrificar o meu tempo em função de um dia de paz e amor. (Não ao momento) Pressuposto para dizer sim. Nessa madrugada eu desejo o fim. "Durma com os anjos..." teria dito Augusto dos Anjos?

terça-feira, dezembro 12, 2006

113

I am a rock

A winters day
In a deep and dark december;
I am alone,
Gazing from my window to the streets below
On a freshly fallen silent shroud of snow.
I am a rock,
I am an island.
Ive built walls,
A fortress deep and mighty,
That none may penetrate.
I have no need of friendship; friendship causes pain.
Its laughter and its loving I disdain.
I am a rock,
I am an island.

Dont talk of love,
But Ive heard the words before;
Its sleeping in my memory.
I wont disturb the slumber of feelings that have died.
If I never loved I never would have cried.
I am a rock,
I am an island.

I have my books
And my poetry to protect me;
I am shielded in my armor,
Hiding in my room, safe within my womb.
I touch no one and no one touches me.
I am a rock,
I am an island.

And a rock feels no pain;
And an island never cries.


domingo, dezembro 03, 2006

112

O Tempo e o Espírito. O tempo, embora faça desabrochar e definhar animais e plantas com assombrosa pontualidade, não tem sobre a alma do homem efeitos tão simples. A alma do homem, aliás, age de forma igualmente estranha sobre o corpo do tempo. Uma hora, alojada no bizarro elemento do espírito humano, pode valer cinquenta ou cem vezes mais que a sua duração medida pelo relógio; em contrapartida, uma hora pode ser fielmente representada no mostrador do espírito por um segundo.

Virginia Woolf, in 'Orlando'

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Para não te esquecer.Quando pára e fito seus olhos oro em silêncio para o vento não deixá-la tão cedo e alimento minha esperança de encontrá-la novamente em qualquer tempo, lugar ou além. Reconheço "serenidade" em seus verbos...
Só entristeço quando recordo que limitei tudo que sentia por ela em muitas palavras e menos ações .Caminhamos para um vôo alto, embora dessa vez não me importo onde vamos chegar e nem quando. Só me interessa estar a seu lado. Posso segurar sua mão, fada?

110

7 years

109

Pés no chão. São pássaros que alardeiam a presença da chuva. Vão para a terra se esfregar e avisam em pequenos pulos e pelos ouriçados que algo cairá do céu. Um dia alertarão sobre uma reação química nas minhas costas: o aparecimento de asas. Não seriam de anjos nem de demônios: seriam de prata. O chão iria perder o significado para mim e nada seria como antes. Nuvens que antes desenhavam minhas ilusões não serviriam mais aos meus sonhos. Moraria no ar...viveria de brisa. Veria a história por outras bandas e avisaria os pássaros...tamanha alegoria para sublimar minha vontade de liberdade, minha vontade de poder ir além...

108

Enjoy the silence. Estranho...não tinha notado a madrugada.

domingo, novembro 05, 2006

107

Dois pólos. É triste olhar a água que era azul tornar-se verde. Não sei exatamente o porquê dessa minha agonia com as cores. Se há um lado alvo demais, eu nao o visito...não o alcanço. Se há um lado escuro, não consigo alcançar seu extremo. Fico eu então num mar cinza e opaco, ora em tons de negro ora espirais brancas...Ninguém suporta essa inquietude a não ser o meu amigo Silêncio. Recordo dele sempre que preciso de paz. Apesar de que há horas que a presença dele me traz desespero...mas é algo respeitoso, que eu julgo quase necessário para que eu valorize a calmaria que vem depois.
Gostei de tê-la conhecido.

quinta-feira, novembro 02, 2006

106

A calma, a virtude e os desesperados. Estou são...tão são que poderia deixar minha saúde de lado e recobrar meus sentidos de volta. Poderia, mundo, devolver o que é meu, apenas meu por gentileza? Será que estaria disposto a me reconhecer? Eu sei que não me perdi...não é por aí que fui e nem pra lá que deixei de ir...o que acontece é mais breve do que imagina. Alguem deixou meu "eu" tão confuso ao ponto de desorientá-lo quanto a direção de volta a mim mesmo. Isso foi bom por deixar-me ocupado enquanto o 'eu' dormia em algum canto confortável...mas veja bem...estou desesperado por atender as vontades do meu autentico 'eu'. O meu espírito. A minha alma. O meu ser. A minha consciência. Todos os nomes que deram ao meu 'eu'...a primeira pessoa que deveria saber dela mesma...sou eu.

segunda-feira, outubro 30, 2006

105

A musica e o post sem acentos. Destravei algumais portas. Abriram-se janelas enquanto dormi e agora ha luz. Sei da ida e da volta. Um universo de nada explicando que tudo nao pode ser menos que mais nada. "O discurso do metodo" foi revisto. Descartes nao teve amores nem musicas.

domingo, outubro 15, 2006

104

Novas experiências tridimensionais. Há uma sensação somente descrita por três tensões antagônicas. Essa será exposta nos meus próximos projetos acadêmicos e será apenas sensível quando as três tensões se contraporem. Parto de uma noção cartesiana: exponho um saber que não sou capaz de expressar algébricamente. A lógica por sua vez, transcende a expectativa matemática, pois essa sobrevive em um vazio ou algo que se assemelha ao zero. Penso em considerá-la, mas diluí-la nas análises posteriores nas Relações Internacionais. Fugirei a 'matematização' do mundo moderno sem perder a musicalidade que credencia a arte daquilo que pode ser teoria e prática, e no ideal, teática.

domingo, outubro 08, 2006

103

Carícias. É de leve que vou tocar sua pele. Desenhar com meus dedos um carinho no seu rosto e assistir o brilhar de um sorriso. É com calma que minha mão direita escorrega nas suas costas e encontra seu pescoço. Nesse lugar eu gosto de beijar e sentir teu perfume. Livre ainda sou para te querer e se não for mais assim, que dores apareçam enfim...pode deixar querida, eu lhe deixo só. Sem minhas carícias, sem meu passado e sem....você ficará bem, muito bem.

segunda-feira, outubro 02, 2006

102

La Vie En Rose. Agora eu sou apenas uma máquina de um deus e quero saber os meus deveres! O que ordena um servo e o que cria um criado? As estrela que lhe acompanharam até aqui...o que têm a dizer de mim? Quem proporcionou mais dias felizes na sua caminhada: você ou algém? Estaria a minha felicidade morando longe há muito tempo ou é mais uma história que me contaram a respeito da vida e eu me enganei? Eu caí ou apenas não cheguei ao chão ainda? Eu quero ser sedado ou já vivo drogado? Mereço dores para lhe dar prazer ou reconheço na razão meus sentimentos? Pra onde vou quando eu não estiver mais aqui? Há vinte e seis anos eu relembro...o quanto eu deixei o amor de lado...o quanto eu deixei para trás. Eu esqueci.

101

O homem morre a primeira vez quando perde o entusiasmo - Honoré de Balzac

100

Daquilo que não falei. Respondi: "espero que você não mude e não se vá". Lágrimas desceram para o chão onde é o lugar onde tudo cai. Meus propósitos maiores pararam de me proporcionar energia para continuar um projeto que só vale na medida que aufere bem-estar as pessoas que considero. Um dia eu calo meus neurônios também! Porque não reconheço prazer mais nos meus pensamentos, todo dia chove...e chuva lá do alto, caindo...caindo...A escuridão do meu desânimo cobre a luz que tanto me fez...e nesse momento não tolero...mas escrevo. Sob o domínio de uma nota triste da sinfonia, eu releio o escrito de ontem. Esse de agora tambem não significa muita coisa: carrega o meu desprezo por mim mesmo, o meu asco pelo excesso de palavras que exprimem tão somente o meu egoísmo e um espírito de vítima...Pois há várias desgraças rondando o mundo e não parece que a minha seja tão importante assim...Acabou a música e acabou a manhã. Preciso de dias mais limpos e com o mínimo de razão possível...as férias que eu nunca tive e a implosão que eu sempre quis. Eu sei do meu inferno...

domingo, setembro 24, 2006

99

As linhas do silêncio, do tempo e da beleza. "Dialetizo Esperança" e ainda espero. Tento ser humano novamente e percebo que até aqui, ainda sou o "que plantei e começa a se desenvolver". O que depositado foi naquele momento, nasce para um diferente momento sem tantas dúvidas. Recolho o ar da manhã em tons de amarelo claro e o vento consistente do meio dia também. Já não atendo a pueril vontade...ultrapasso as sensações de uma razão inútil que me trouxe nada mais que pedras...Permito lhe ver sem propriedade, sem vontade de ter...Sou grato por todo o momento que me proporcionou em uma sala fechada e bege que fugia para as árvores: me trouxe maturidade como me trouxe tato. Respiro leve...Liberto a música e simplesmente deixo de ser "eu" apenas e assim entendo o que foi aquele tempo de beleza e silêncio. Ao entardecer, as vontades parecem mais certas e os sentimentos mais precisos...Na arte tudo é tão claro e não pede muitas palavras, nas imagens que vejo moram mais que significados...é uma forma, uma beleza, um dom, uma ação... Remanejo tudo dentro de mim em melodia e a síntese que alcanço é inexplicável assim como a sua natural beleza que não se preocupa em ser ou ter...Não me deixe...ou me deixe no seu futuro. No seu amanhã.

quinta-feira, setembro 21, 2006

98

Ah...sou eu. Verifiquei entre minhas entranhas...Sou eu mesmo que não tolero mais. Não suporto mais. Não agüento mais. Sofro demais por pensar e caio em 'desgraças'. Sou intolerante. Fiquei mudo por gritar demais no deserto. Ah...eu pedi. Deixei claro minhas fraquezas ao mundo (aos exemplares deste) que poderia sucumbir, findar...Agora sobre o degenerado...aquele que perdeu as forças...Ele ainda padece pela sinceridade...Estúpido. A culpa é sua...e não é 'sentimento de culpa'. É tão somente o soco na cara e a fratura exposta, meu caro Thiago. É a realidade!

segunda-feira, setembro 11, 2006

96

Caos, o grande caos. Vê aquela 'lua' no céu? Foi nós que a nomeamos assim...mas há tantos outros modos de se pensar 'coisas' sem os símbolos...Sem sons, sems palavras...
Sabe o que ocorreu conosco?
Foi tudo, menos nada.

terça-feira, agosto 29, 2006

95

A minha fidelidade ao Silêncio. Se respeito algo nessa vida é o Silêncio...Nunca me incomodou, embora já tenha me dado medo - que nada mais foi do que um presente. Foi o responsável pelo pouco que sei, o meu mestre mais sábio e prudente. Respondeu sutilmente com caos e serenidade. Não pediu licença mas também não atrapalhou. Cúmplice dos momentos de beleza e tristeza, o Silêncio disse muito...quase não disse nada. Quando não queria mais ouvir nada de ninguém, apenas a "ausência de som" fez minha vontade...

Um dia ela se calou e soltou minha mão. Desde aquele momento o Silêncio me acompanhou.

Nessa vida, essa que vivo agora - na falta de memória de outras que possam ter acontecido e de outras que eventualmente venham acontecer - pude muito falar, mas preferi copiar o silêncio...um plágio mal-feito que me fez parecer - aos outros olhos - "bom"...

Algumas pessoas não suportaram o silêncio. Algumas caminharam sozinhas buscando o silêncio...e encontraram algo parecido tido como "solidão": uma condição humana favorável...pois até o silêncio pede para ser quebrado.

Você poderia ter me falado...mas preferiu o silêncio muitas vezes...

Deixou que o silêncio me mostrasse...

Isso.

domingo, agosto 27, 2006

94

Foram as flores. Deixe eu cair no seu colo...Pois se bem lembro é lá que eu preferi morar.

quarta-feira, agosto 23, 2006

93

but...forever and ever. Ojo não é hoje.

92

Sobreviver. Nick Cave liderava sementes do mal na invasão de Ouvidos. Um vinagre de vinho assemelha-se a um vinho comum. Rejuveneço é com ç...pois rejuvenecer é com c. Esqueço as aspas. Ouvi dizer que você corre do medo. Eu corro até cair. Os velhos recuperam a memória quando jovens. Listo dias bons para o futuro. Recuperaste a visão?

domingo, agosto 20, 2006

91

Um pouco. Nesse domingo eu vivi saudade. Recordei breve passado...havia música no ar e chuva fina para dançar. Foi tudo com o vento. Ele levou as ameixas, o som, as horas, arte e momento. Foi o engano mais cruel. Como eu sonhei...Como você sonhou Thiago.
Um pouco do amanhã que ficou no passado...um pouco do beijo que aconteceu e hoje se desfez em lágrimas. Sem esperança, prefiro a incerteza do acaso e verdade que é "não existe autonomia.".
A beleza permaneceu...meus olhos não querem abrir mais como antes para ela.

90

a re-edição da vida. Crível? Concebível? Você seria um(a) bom(a) reprogramador(a) de sua própria existência? Como seria bicudar Deus e se colocar no controle de sua própria vida? Heresia não é uma boa resposta...

89

Drugs. High...All the pretty ones...This Is The New Shit..
Poderia...Blablablabla...Todos os neurônios (só os inexperientes) dançariam...com alguma música estúpida. Os outros (experientes) não se preocupariam em se mover...no máximo gritariam. This Is The New Shit.
Você não tem medo de ficar sem O²?
Não.

quinta-feira, agosto 10, 2006

87

De certo...não faz sombra nesse campo. Deito bem debaixo desse sol e deixo ele me queimar. Minha pele é humana. Sofre e arde na luz. Transpiro e brilho com o astro. Com a lua é diferente. Cada noite é um descanso. Faz frio mas eu me levanto e canto. Sou tão mais humano com a luz do luar. Até chegar o dia...de certo não faz diferença quem sou na noite no dia. Faço muito bem aos dois movimentos. Recuo sempre que posso para desabafar e pensar um novo amanhã sem dores. Com os novos amores eu me deixo queimar. Deixo o dia dormir. Permito a noite dançar com meu sonho mais modesto de guiar o tempo. O momento que não pode ser meu, agora é, pois vive na minha mão o sentido que dou ao lento e veloz vento. De certo eu vou morrer. É um fato, não nego. Não quero deixar de morrer, não contesto. Meu dia vai chegar...mas hoje eu quero a noite: uma bem sensível e que não saiba dos verbos que carrego e sim dos adjetivos que se aproximam do que sou. Eu quero uma noite, de certo. Para viver em sombra e de perto ver a luz...a qualquer hora.

segunda-feira, agosto 07, 2006

86

Dias póstumos. Começo a me dedicar a meus egoísmos. As minhas palavras mais nítidas e sujas. Escarradas pelo meu coração com livre acesso a meus canais de raiva e temperadas de paixão. Danço sem saber dançar como um verme que não sabe de nada até a fome tocar seu querer e por fim vencê-lo. Hoje é um dia para ser morto por outro, assim como um homem mata outro para viver...minhas criações irão acabar comigo ao fim do dia. É o que percebo quando chego aos minutos finais e faço as 'minhas' declarações sobre o tempo...o que vivi. Não mereço o sol para me acalmar e iluminar o meu sono? Vagas recordações de uma viagem...e um relâmpago que incendeia mais uma lembrança em um neurônio qualquer.

domingo, agosto 06, 2006

85

E uma verdade assina uma mentira. Trinta e um dias contam um ser. Um viver sem. Para que tenha "um" dia... Vale acrescentar: Outubro. Nesse mês da decadente de oitenta jazia um corpo a mais para tolerar a gravidade e a-ciência nova. Vale dizer: sem ser querido. Tudo que assombra não foi pedido ou assumido para si. As escolhas não foram todas quistas e esse ser não foi. O desastre chama psicanálise de invenção e um gozo da natureza aponta uma suave brisa de dúvidas. Requer um sorriso como o seu para iluminar o trajeto que é tão cheio de névoas e poeira. É que sua graça vem da indisposição...Não determinar uma hora ou ferir um tempo com sua vontade. Seus desejos pararam num circuito neurológico medroso...e os trinta e um dias que fizeram o tal ser correspondem a luta contra suas pedras. Um guia prático de fuga de 'megastore' quando não se tem dinheiro ou objetivo. Aqui começa um fim.

quinta-feira, agosto 03, 2006

84

O que é um sorriso perdido? Em algum lugar de mim se escondeu um sorriso. "Vinha calmo" - como dizia meu pai - " e aparecia para todos nós." O que ocorre comigo e o tempo? Nos desentendemos. O que faz de mim esse levepesado passante? Drenei lagos de sonhos para 'hoje' e você não estava nas profundezas mais...o que foi feito então? Soube de felicidade em algum lugar e fui buscar. Retornei triste...

quarta-feira, agosto 02, 2006

83

Loucura(?). Decidir pela distância da razão. Manifesto consciente a realidade. Motivação. Repúdio pelo ordinário. Sorte. Não viver mais a vida: Decidir pelo sonho. Rejeição a moral. Preferência natural ao natural...reconhecimento. Vilipêndio aos dias...Sacríficio do tempo e espaço. Mentalmente inexistentes. Lógica aceita e reconhecida: diretivas padrões.

segunda-feira, julho 31, 2006

82



81

Não vi onde. Para onde fui e onde cheguei...? Perdi o caminho que era parte do destino e por isso cantarolei o velho cântico do novo que não busca nada senão a si mesmo e se distrai com facilidade...O que me atrai hoje são seus dias. Meus olhos vêem coisa diferente da sua beleza que não se produz apenas nas fotos em escalas de cinza...É sua força que transcende as imagens...É a serenidade mais bela que já vi, acompanhada de letras...Que orgulho sinto de testemunhar o seu tempo! Não vi onde você estava...mas eu sei onde está agora.

sexta-feira, julho 28, 2006

80

Starlight
Muse

Far away
The ship is taking me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die

Starlight
I will be chasing the starlight
Until the end of my life
I dont know if it's worth it anymore


U2 - Where The Streets Have No Name

I wanna run, I want to hide
I wanna tear down the walls
That hold me inside.
I wanna reach out
And touch the flame
Where the streets have no name.

79

Não. Não venha me falar nada...

78

Cansaço e desilusão. Hoje corri sem saber o porquê. Andei porque tinha que chegar até algum lugar...não tenho que chegar. Não tenho que ir. Que período de férias hediondo: certo que nem todas são para descansar...mas eu merecia mais do que problemas nas férias...Será que fui em busca deles? Não. Eles me procuraram...me torturaram...sem dúvida e com muita lucidez posso confirmar isso. Onde está a arte? Cadê minha serenidade...se vai como sangue de um ferido...

quinta-feira, julho 27, 2006

77

A mulher do sonho da tarde (De hoje). Ao dormir essa tarde sonhei com um lugar nada novo, repleto de ambientes terrestres e coisas comuns. Ao visitar uma casa, deparei com uma bela mulher. Ela estava sentada junto a uma mesa e tirava cartas de tarôt. Ela escondia o que as cartas 'diziam' e sorria para mim...Senti que ela gostava tanto de mim que não fazia diferença o que eu era e muito menos o que fazia. Ela nao disfarçava o sentimento...Não precisei fazer nada por ela...apenas gostava de mim. Em poucos olhares eu prometi voltar para vê-la novamente...acordei. Os sonhos...me apaixonei por não sei quem...amar alguém que não existe...não é tão, digamos, convencional?

quarta-feira, julho 26, 2006

76

Velha canção do novo

as cores que eu não conhecia ou não lembrava
que quase não vi quando não mais sabia de oxigênio
que não importava pois nada mais tinha porquê
pois cabe ao homem-livre escolher quando ir
pois cabe a dor a cada um que deseja viver
isto são pedras na sua mão?

os sabores esquecidos do bom da vida
estavam na tua saliva e é tudo que eu preciso pra viver
que quase não vi quando não mais sabia de oxigênio
quando desconhecia as cores dos olhos seus
pois cabe a cada homem o desejo de viver sem dor
pois cabe ao homem-livre escolher quando ficar
isto são flores na sua mão?

é no céu que quero cair sem saber quando levantar
é no teu peito que vou dormir sem saber quando acordar
e é no céu que quero cair sem saber quando levantar
e é no teu peito que vou dormir sem saber quando acordar

75

Minhas mãos.
Tu culpas um mundo e minhas mãos não me culpam.
Estão comigo e não se importam com meus medos...
Não faz diferença às minhas queridas mãos...não faz...não faz...
Elas são sinceras. Sinceras.
Ali ao lado eu vi você comendo...ontem soube de você vivendo.
Meus estranhos e medíocres medos não abalam minhas mãos.
Vejo com elas que não nada a temer.

74

Correr. O que mais posso senão correr? Meu corpo enclausurado esperando uma descarga de endorfinas...Quem sabe não me interesse por matéria e material...Velocidade...Velocidade Média.
Só queria dizer que isotonicos funcionam bem.

73

The Cure. Não suporto mais o cão latir e sacudir. Estou há poucos pixels de um colapso de informações. Azuis eram os Smurfs e mais alguns comprimidos da Roche e nesse momento é a luz que apagada do meu abajour. Um compêndio de lembranças cutucando meus ombros e atravancando minha péssima caminhada. Até então o que são os meus passos perante minhas sinapses?
A obra torna-se nonsense e agora passo 100 anos sentado do alto de um prédio esperando um trem para que eu pule dentro. Não me refiro então a uma montanha russa? Pedras e pedras subsidiando meus atos. Uma ironia imprópria toma frente do meu comportamento...Tapes N' Tapes.
Queria não querer mais nada. Queria...

domingo, julho 23, 2006

72

O caos e o lilás. Não ando mais como antes, mas acompanho sua jornada e sei que nada é mais importante do que você para você. Um céu claro inundado de vontades que uma manhã, se quiser, irá colher. A fada em questão: quero tanto o seu bem...prevejo a conquista de voce mesma...uma autonomia que não participa crítico algum ou mesmo admirador. Anda bela porque se fez bela e descreve a si mesmo em arte...em lilás.

sexta-feira, julho 21, 2006

71

A arte sente saudade pela manhã no jardim. Voam ambas para uma dimensão de incertezas. Um relâmpago que anuncia algo (e Einstein) ergue do chão flores que eu tentei esconder...A chuva de remorso fizeram das sementes, grandes florestas por onde eu passo. Lembro de contornar o quarteirão e achar que li se resumia o momento feliz de braços dados...Recordo o dia que paramos para desenhar...Sou tantas lembranças...e amores.

70

Reforma. Outras pessoas viram com olhos demasiados maus as mudanças que me ocorreram. Definiram o meu semblante por aquilo que elas acham. Um equívoco gigantesco...sou um milhão de coisas diferentes e não uma que alguém imagina. Conservo a honra, lealdade e sinceridade. Lemas para um homem que quer ir além. Triste ser que acha que isso é um grande escudo contra o pesadelo 'nelsonrodriguiano'...Não funciona...eu sei. Ontem vi tantas pessoas andando e correndo...roupas velhas, calças de ginástica, tênis de marca, correndo atrás do que? Há motivo para anunciar velocidade à vida?

69

Da novidade. Tudo que eu quero é novo. Só me interessa aquilo que não envelhece mesmo sendo cronologicamente velho. Sou 'novidadeiro'. Aprendi com meus ancestrais a preservar a juventude...amar as jovens...o local do idoso nessa história não reside no corpo mais. A gravidade já levou um pouco do muito que é um 'velho'. Todas as pessoas que você conhece irão morrer um dia. Soa estranho...ou é tão óbvio que chega a ser bobeira.

terça-feira, julho 04, 2006

68

Audácia e astúcia se entrelaçam no espírito do escravo. Ah...mas quem ousou dizer que eu não sou um escravo de tantos outros escravos? Sou. Entretanto, sou "senhor" também. Seleciono por vontade...separo as "pedras" que irei carregar e as outras que atirarei. Não...eu não falseio uma existência sobre circunstância moral alguma...nenhum ser divino irá arcar com a minha mediocridade. O peito aberto aqui é para receber flechas e tiros...e o medo é só um dos meus aliados. Desconhecido...esse velho amigo...não o temo e compartilho o mesmo cálice com ele. Visto essa saudade amarga de um tempo que não pertenci e transmuto minhas idéias em ações ora subversivas e outras simplesmente tolas. Respondo a mim mesmo. Minha tristeza e minha dependência...meu amor pela música - minha amada - e a arte como um todo...Deixo o tempo de lado...quando eu não mais estiver dizendo "eu" e as lembranças daqueles que considero nessa vida estiverem esgotando...daí sim o que eu digo hoje fará sentido. O plano é o seguinte:

SigurRós:Caravaggio:Nietzsche:
Conscienciologia:Pessoa:Freud:Foucault:
Adorno:Kubrick:Plêiades:
Azul:Acácias:Gafanhotos:Destruição:
Teletransporte:Hesse:Tesla:2013:Dioniso:MDMA...


segunda-feira, julho 03, 2006

67

Desfrutar da minha experiência. Calei muitas vezes para não expor ou mesmo por egoísmo não dizer o que penso. Escolhi muito bem os momentos que deveria participar. Selecionei minhas participações nas existências de tantos outros humanos. Mastiguei gelos e recorri aos olhos do meu reflexo. Parte do mundo irá mudar com a ajuda de algumas pessoas que poderão demolir tantas sinapses condizentes com o processo de dominação do século XXI. Sei que ciranças estão chegar e não há nada a temer...elas possuem todas emancipações possíveis para emanar o sentido e embalar o sentimento de revolução tão necessário num tempo que se precipita em dizer: 360º. Eu e outros voam para liberar novos campos para plantação. Há um momento mágico e útil para os jovens exporem suas esperanças e críticas ao passado.
Irei abandonar centenas de pessoas...

66

Segunda. Segunda eu sinto saudade. Segundo, eu sinto que há muito que eu não sei. Terceiro, eu não sei muita coisa. Terça eu espero lhe ver. Quarto...penumbra e sonhos dormindo: quando os acordarei? E esse sorriso na minha face da foto de 1986? Reservo na quarta para sorrir para a querida. Quinta vez que digo que lhe adoro. Quinze dias para viver sua presença. Sexta não sei o que é. Seis sentidos e eu simplifico o melhor que há em tudo isso. Sete é perfeito.

domingo, julho 02, 2006

65

Domingo. Ainda que só mais uma vez eu recorde que são outros seis dias que escondem outros domingos. Seria muito dificil destruir o calendário romano? Estaríamos preparados para um novo 'tempo'...? Estaria meu espírito preparado para perder o "tempo perdido"? Proust.

sexta-feira, junho 30, 2006

64

Hora de descansar. Lamento se está quase na hora de ir. Sei que é só uma passagem. Um novo começo ou só a terra e os vermes. "Homens morrem, mas idéias são eternas!". Meu amigo soube viver bons minutos de amor e respeitou a si mesmo quando permitiu a si ser humano. Permitiu animais dilacerarem a razão e a moral. Atreveu a sorrir...e a dançar a melodia que os rouxinóis exalam - na falta de uma expressão mais apropriada ao fenômeno. Perdeu...suas obras de arte, parte de si...as manhãs contando histórias para seus descendentes."Todo homem morre, mas nem todo homem vive". Salvou vidas e músicas no seu Ipod. Andou em camara lenta e negociou com o tempo sua importância por aqui. Hoje eu soube que está na hora de dizer adeus...mas eu prefiro dizer...luz sempre.

quarta-feira, junho 28, 2006

63

Desdém. E depois da sobremesa, o que virá? Após a festa, o vômito? Nobres presenças na minha memória seriam melhor lembradas se fossem esquecidas...pois já não quero saber de andar de fasto. Estou farto da pasmaceira que eu faço parte...desse marasmo complacente a "seriedade da vida". Quantos enganos, farsas, mentiras..."e que mundo belo esta lá fora...". Lindo ser...provido de razão e criatividade...Repúdio...
Agora calma...
Agora em paz...
Não dá pra entender...estou para conhecer o sincero humano. Aquele animal desprovido de medo e pronto para cair e levantar sem querer nada para si...Vírus...criaturas brilhantes...não precisam de mentira alguma para serem eles mesmos...a capacidade de 'mutação' não está preso a "moral viral" alguma...Dizimam milhões de seres humanos sem se preocupar com certo e errado...

Devaneios...

Não consigo mais...
Encarar tantos desejos...vontade de poder...
Náuseas...náuseas...
Implosão.
Confiança. Lealdade...
Depois de tudo...como e por que eu durmo?
Que luta cega...


62

a sina do simples

nota aquela pétala
és para ti bela?
foi eu quem te trouxe ela,
é uma forma singela minha
pra te contar sobre o amor.

é veto benigno
a qualquer meio de abandono
que no amanhã venha a pensar.
nessa lida, que uns chamam de vida,
não te deixo não, querida.

vê aquela nuvem?
és a forma perfeita
do anjo que te guarda.

sente a chuva fina?
é natureza plena e bonita.
é coisa de gente de simples sina.

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Só existe eu quando seguido de verbo? Degeneração...cansaço, bilis negra, mellan collie e estou cansado da primeira pessoa. O desgaste em dizer tudo na primeira pessoa do singular...Os excessos dos discursos...da minha história. Aliás...o quão importante foi ela pra alguém senão pra mim? Pra que falar dela?
Basta...é a velha tendência a tristeza. Na verdade é sentir demais que traz aos meus dedos esses caracteres...
Lembrei da banda portuguesa "Xutos e Pontapés"...A música é "O homem do leme": Eis o refrão...

"E uma vontade de rir nasce do fundo do ser. E uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder..."

domingo, junho 25, 2006

60

Minha fuga, meu refúgio e minha covardia. Há pouco meu 'lar' foi ferido. As drogas...aquilo que chamam de drogas. Esse blog...meu escape...Infelizmente o homem que eu conheço hoje ficou comedido e conservador...tem estratégias demais e um espírito muito armado. Não sabe mais de inconsequencia: Epimeteu ou Prometeu? Deixo de lado minha 'visão de mundo'...a neurose filosófica para dizer que me acovardo dentro do meu quarto achando que ele está protegido e ungido de minhas verdades...Ledo engano (Garoto idiota). Deveria considerar que minha cegueira fabricada...essa que faz com que cubra as pessoas primeiramente com suas qualidades afim de não vê-las com a minha visão animal...hobbesiana. Acredito demais nos seres humanos - nos meus queridos principalmente - e não posso deixar só a minha 'crença' prevalecer sobre os tangíveis instintos...ou seja, o soco bem dado da realidade deveria fazer mais efeito ao ponto de não me satisfazer com as minhas vontades, os meus enganos, minha autocorrupção.

sexta-feira, junho 23, 2006

59

Calhas que derramam água de chuva colorida. Solidão a parte...Multidão a parte...Caminho rumo ao monte, minha varanda solidária me aguarda e um desdem sadio a humanidade. Não tenho mais tanta fé assim para tolerar mundos e mundos de sonhos e sonhos. Tenho romantismo impregnado nas veias...a genealogia do Roma ntismo...E irei como Zaratustra ou como uma sombra para o alto da montanha...ou destruirei muito chão para buscarmos logo uma forma mais bela de locomoção...voar por exemplo.

58

Cansado, o palhaço só ri de si mesmo. Quimeras e quimeras. O que mais me fascina hoje, Sr. Lousada e Sr. Barbosa, é um olhar que corre livre no espelho. Vejo tão leve...Ontem uma grande amiga me perguntou onde estão meus poemas que há anos postava na internet. Srta. Maroun, hoje eu deixo minha verve escapar nesses posts, mas não que deixei o rapaz de alguns anos atrás sozinho escrevendo sobre amores e solidões...ainda vive comigo o "eu" diferente daquela época. Entretanto...há um animal mais contido, comportado...rindo de si mesmo. Essa graça...é a glória de um resto presente de vários eus...e todo o amor e ódio que vivi até o minuto.

quarta-feira, junho 14, 2006

57

As mil liberdades. Não vou cortar mais liberdades na minha vida. Não faz sentido e não é um sucesso. Recriar medo e distribuir gaiolas...Desacreditar qualquer pássaro do voô. Por favor! Alguém me escute...Precisamos de menos escolas, menos igrejas, menos empresas e menos prisões. A infância é uma prisão que se estende até o consultório geriátrico...por que ninguém se cansa desse porão? Trocas e interesses, utilitarismo e cansaço. Ouça o som das alturas e sinta o vento das profundezas...estaria eu tão louco ou clinicamente instalado no CID-10 ao ponto de esquecer de mim mesmo no caminho?

domingo, junho 11, 2006

56

Aprendemos e Caminhemos. Lembrei a pouco de "Caminhemos" na voz de Nelson Gonçalves. Sinto que meu grito ainda preso dentro de mim ira permanecer por um tempo ainda reprimido...Recorro ao medo de perder...revejo meus anos de vida, meu dicionário particular de palavras que não existem...
"Parto a procura de alguem ou a procura de nada...Vou indo, caminhando, sem saber que rumo tomar...quem sabe na volta, lhe encontre no mesmo lugar..."
Medo. Medo. Não tenho tantos mais. Não tenho...tentarei não ter.
Em breve eu tomarei o mesmo rumo do Sr. Nelson Gonçalves! Será que ele ainda não voltou?

55

Eucalipto. Flores enfeitam meus olhos...Versos seguram minha mão e uma melodia acaricia meus ouvidos...Que sentido humano conhece os sentimentos de um homem que sabe de sua origem? Como posso dizer aquilo que não vive em palavras...descrever o intimo de um "eu" que não participa da visão de outros eus. Cansado...Preciso de uma floresta de eucaliptos, de uma cachoeira, uma alegoria real e minutos de vento...

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Saudade de caminhar. Descobri estrelas demais e não fiquei cego com tanta luz...os cavalheiros de marte não sabem de nada...eles não sabem saber.

Muse - Starlight

Far away
The ship is taking me far away 
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die

Starlight
I will be chasing the starlight
Until the end of my life
I dont know if it's worth it anymore

Hold you in my arms
I just wanted to hold
you in my arms

My life
You electrify my life
Lets conspire to ignite
All the cells that would die just to feel alive

But I'll never let you go
If you promised not to fade away
never Fade away

Our hopes and expectations
Black holes and revelations
Our hopes and expectations
Black holes and revelations

Hold you in my Arms
I just wanted to hold
You in my arms

Far away
The ship is taking me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die

And I'll never let you go
If you promise not to fade away
never Fade away

Our hopes and expectations
Black holes and revelations
Our hopes and expectations
Black holes and revelations

Hold you in my Arms
I just wanted to hold
You in my arms

quarta-feira, junho 07, 2006

53

Enquanto eu durmo. Um novo dia. As esperanças de novas horas e ares. Um corpo menos cansado e um dia a menos na vida. O reconhecimento do tempo a labuta da vida em forma de luz e experiência. O discurso lento e sereno de quem observa o raro...e os devaneios de quem ainda acredita nas invenções dos sentimentos...São formas de alongar a meia-noite...são belos os momentos do meu sono...360º de visão e um paradeiro certo para minha diferente sina de voar sem "saber" como.

terça-feira, junho 06, 2006

52

Solidões. Não era exatamente o dia que gostaria da sua companhia, Solidão...Mereço-te?
Como posso lhe deixar mal? Não pertenço mais a essa dimensão.
Se deseja partilhar de uma porção de dores, seguramente está na direção errada: junto a mim não há espaço sequer para lembranças de "sofrer"...Hoje reconheço a mim mesmo num período de bonanza e ventura...mas ao mesmo tempo sei da pressa que a solidão tem em me encontrar garantindo assim, ao menos a certeza de um clima desesperançoso e menos ilusório da embriaguez do sentimentos, da insensatez do músculo bombeador de sangue.
Sou eu que negocio um clima de esperança ou sou eu também que "espero" demais...
Maldito Thiago.
Reconhece de longe a paisagem, as trilhas, as miragens, as alucinações e as estripulias do egoísmo...Possui dentro de si o mais autentico e consciente Menino inconsequente e apaixonado e não faz nada para detê-lo...Masoquismo?
Humano? Tem certeza?
Essa é a desculpa mais esfarrapada que poderia querer nesse momento...Humanos possuem memória...Teimosia sua recordar e repetir o erro...
Lamentar...espera lamentar depois...é a condição de vítima que lhe agrada?
Paro. Chega de neurose.
É só recorrer aos ansioliticos azuis e todo o processo onírico...o dia apenas precisa acabar.
Desassossego e ingratidão, Thiago. Preâmbulo da separação e abandono, parte 1.
Minhas palavras me abandonarão, enfim as solidões encontrarão morada...e não mais serão apenas convidadas...


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Dissabor. Ah, mas não teria tanta certeza, sra. Arte?

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sábado, junho 03, 2006

50

Enquanto você dorme. "Oi". Assisto seu sono daqui...Faço votos de bem-estar, querida. Recordo meus dias tristes que são diluídos nos bons que vivo hoje ao seu lado. Creio no sentimento inesperado e muito menos no planejado...Você achou meu sorriso dentro de mim e de pronto então, fica difícil não permitir festa no músculo que bombeia sangue. Nossa "paz" nos levará a cometer diferentes atos de carinho e amor...Sobra uma vida curta pra passarmos e sonharmos...

Nick Cave - Breathless



it's up in the morning and on the downs
Little white clouds like gambolling lambs
And I am breathless over you
And the red-breasted robin beats his wings
His throat it trembles when he sings
For he is helpless before you
The happy hooded bluebells bow
And bend their heads all a-down
Heavied by the early morning dew
At the whispering stream, at the bubbling brook
The fishes leap up to take a look
For they are breathless over you
Still your hands
And still your heart
For still your face comes shining through
And all the morning glows anew
Still your mind
Still your soul
For still, the fare of love is true
And I am breathless without you
The wind circles among the trees
And it bangs about the new-made leaves
For it is breathless without you
The fox chases the rabbit round
The rabbit hides beneath the ground
For he is defenceless without you
The sky of daytime dies away
And all the earthly things they stop to play
For we are all breathless without you
I listen to my juddering bones
The blood in my veins and the wind in my lungs
And I am breathless without you
Still your hands
And still your heart
For still your face comes shining through
And all the morning glows anew
Still your soul
Still your mind
Still, the fire of love is true
And I am breathless without you

quinta-feira, junho 01, 2006

49

Vapores. De acordo com as nuvens dessa manhã, o mistério da vida deixou um presente e anunciou um futuro promissor. Reservei um pouco de sonhos para depois e disse em alto e bom som para um velho 'eu' que reclamou presença na alegoria de hoje: não cederei as certezas de ontem só porque as conheço. Presumo que não verei com os mesmos olhos os meus próprios olhos. Qual a densidade de paz no colchão que ampara meu sono nessa noite tão vazia? Recorro a pouca luz de uma iluminária e um pouco de memórias...Fecharei os olhos e adormecerei para que amanhã chegue logo. Não me suporto reclamando do agora. Devo tanta gratidão aos bons ventos que me trouxeram esses tempos agradaveis...Devo minhas várias vidas ao agora.

segunda-feira, maio 29, 2006

48

Se vivo tanto e lhe quero tão bem. Converso com colibris e respondo as doçuras espalhadas em seu sorriso com tanta felicidade que não sei operar tantos sentimentos. Logo desisto de pensar a respeito e faço de tudo uma longa e impensável pintura de emoções: sou eu muito mais real dentro de um olhar carinhoso seu. Vou além, querida. Vou além...Cuide de nós.

47

Se lhe fiz chorar. Que momento é esse pra lhe fazer chorar. Que peito é esse o meu que permite um coração que lhe fere? Não há jogos...não há dissimulação. Magoar...mágoas...Minhas crenças desnorteadas...todas. Que desespero! Que noite é essa que irá me acolher?
Perder...só sei de perdas. Há tanto tempo perco...
Sei das dores...e quando um pouco de prazer surge, logo se vai...se perde...eu me perco.
Silêncio. Ausência. Mecanismos de defesa. Chantagem emocional. Riscos. Entender as partes, entender as questões. Patriarcalismo...Imensuráveis medidas...minha cabeça não suporta...
Sublimação no blog...não basta...
Um estranho no ninho com Jack Nicholson...só me interessa o final do filme. Só acredito na liberdade dessa forma. Uma autoconsciencia...

domingo, maio 28, 2006

46

Quisera eu. Sinto que estou em dias de 'primeira pessoa'. Falo tanto sobre "eus" que estou quase insuportável. Quase...porque estou ao menos sendo sincero. Tento de alguma forma expor o que sinto por meio desse português mal tratado...mas tento. Não sou eu tudo. Tudo não se aplica a mim. De mim pouco resta e pouco faz. Do que deixo pouco sobra. Vivo então entre meus 'eus' e os outros. Os outros (belo filme, não?). Eu prefiro o coletivo...as mudanças estruturais...a médio e longo prazo...tudo que realmente tem densidade e causa impacto demorado...ressonante.
Quisera eu ser um de seus adjetivos, querida. Deixar a luz passar por você e se desdobrar no presente como um 'presente' para a sua vida. Essa vida que se parte em tantas outras e assim...somente assim se faz necessária...quando se deixa provável a todas as pessoas que precisam de oxigênio e esperança pra viverem ao invés daquilo que pensam possuir. Nada vai além de um "abraço"...

45

Do receio. Temo perder. Temo. Só não se perde aquilo que não se tem, do resto, tudo se vai. Prova disso é o tempo.

sábado, maio 27, 2006

44

Eu. Por tantas trilhas e caminhos para o quarto eu levantei meu pés rumo. Viajei cada segundo com a liberdade de quem não sabe o que é liberdade mas sabe. "Originei" meu ser mesmo sendo gerado por outros dois e vanglorio meu poder de criação além da 'biologia'. Sou quem guia o dia e reclama da noite e vice-versa. Reverto a ordem e assim mesmo faz sentido. Homens como eu o mundo novo ainda não conhece ou simplesmente rejeita. Sou uma reprise aprimorada de quem já revigorou o mundo. Destruiu e criou. Um ser com ilusão tal está fora de sua sanidade ou está além da mediocridade. E estou sem dúvida além do senso comum. Inatingível pelo ordinário. Inusitado no espaço, tempo e imaginação. Neofilia substitui a neofobia. Recorro ao poder. Sei o que é tê-lo, e assim não não o quero. Vivo a espírito que me compõe e sorrio. Mas de onde vem tamanha luz? Veio de sempre...só ficou escamoteada pelo tempo. Sou uma dádiva do tempo.

quarta-feira, maio 24, 2006

43

Querida, "To me you are a work of art". I live a life. I feel the pain. To sing this song. To tell the tale. I wish I never even heard the song. I see the world. It makes me puke. But then I look at you and know. That somewhere there's a someone who can soothe me. To me you are a work of art. And I would give you my heart. That's if I had one

gracia, morrissey.

42

A paisagem depende dos olhos. Poderemos nos gabar de uma paisagem vista por outros olhos? Aceitaremos de bom grado imagens fortes e insolúveis a nossa mente? Queria ver um homem velho ou novo, orientar-se por um justo compartilhar de sentimentos sobre a realidade e pintar um mesmo quadro sem esquecer dos olhos das outras pessoas. Que sirva e tutele, que obedeça e ordene aos sentimentos dos homens que acordaram do sono quase imperceptível do século XXI.

41

Eu e você. Esqueci as palavras e agora o que sou? Existe alguém sem palavras? Achamos então todos menos os humanos.

40

A surdez. Vi por duas décadas a metamorfose de um corpo estranho que me fez crer em espaço e tempo. Todas as sinapses juntas não eram mais do que costumes e reprises. A memória se encarregou de entreter o animal para que ele não fugisse. Logo, sou eu recuperado pela impossibilidade cientifica do extra-físico. Não vi Deus algum por lá. Vi-me. E não gostei do que vi e desse desgosto, o repreendi e detive o alienígena. Deixaram-no surdo, fizeram-no de marionete e de lucro. Matou e morreu várias vezes pelas mentiras que o mundo oferta sob o preço de verdade. Acreditei no seu desalento para tratá-lo cá novamente nesta dimensão e agora lamento se impus condições e apenas repeti o modelo.

39

Comício para ninguém continuar ninguém.Sai do meu corpo de humano hoje e tratei de ser eu mesmo. Se foi possível não me interessa. Pois os interesses do renascente ser que escreve agora ainda é aquele que peguei na plenitude da hipocrisia. Uma mente equivocada inebriada por tantas verdades mentirosas que não faziam jus ao que ele (o eu antes do massacre) pensava saber sobre o seu pequeno mundo. Quase tudo fez tanto sentido e não se respalda em considerações morais ou grandes sabedorias.

segunda-feira, maio 22, 2006

35

Na altura. Visito andaimes em prédios mal-feitos e tomo cuidado redobrado para não deixar de cair lá de cima...recupero-me em cada queda e levo para a próxima o peso de todas as outras...

34

Rosa-da-china. Passos e respiração apertada...volta e meia deparo comigo voltando a meu encontro. O leve sorriso de "olá" diz muito mais do que hibiscos azuis que não existem senão na arte da minha vontade. Dentro de mim repousa um inquieto animal prezável por tantos pelas benécias que é capaz de proporcionar a todos que creem na liberade como fim. Levo jeito pra coisa. Digiro dinamite e regurgito flores. Sou um monstro e minhas partes...Se olhar para uma dessas partes verá somente algo que está dentro de você...algo que não enxerga tão claramante em ti mesmo...Olhe para as partes, veja! Há um conjunto de monstros...Um por todos e e todos por um. Resposta não-sincera ao meio, prezo apenas pelo abraço da querida. Onde quer que vá...Frio...sinto frio. Recomponha-se, monstro. Recupere sua beleza!

33

Regurgito. Estaca zero. Volta. Retrocesso. Voltagem: 110kw. Olhe para mim, por favor. Consegue olhar nos meus olhos? Sombras que não nos deixam e não querem. Sequestros. Monotonia. Respostas e doutrina. Parece que meu óculos está embaçado...ou será que não tinha lhe visto 'melhor'? Por que temos essa tendencia de nos ludibriar...Por que tenho que cansar meu dia...pensando em esquecer ou lembrar?

domingo, maio 21, 2006

32

Raramente. Sei que muitos de meus queridos descansam agora. Repousam...Só acho estranho tamanho déficit de atenção...tanto desleixo...descaso. É como se o planeta fosse invadido por seres de outras dimensões e a maioria se comportasse como em mais um ordinário e pacato momento. Não há muito o que dizer...não são palavras que convencem ou esclarecem mais. São fontes pobres de poder...hmmm...palavras...Elas já forma mais fortes. Crianças jogam videogame em silêncio...libélulas jogam videogame. Raramente a realidade se expõe de forma nítida, fato. Subjetivismo a parte, repare como anda aquele relógio que parou. Dê uma boa olhada na sua pupila esquerda no espelho e perceba: a presença da solidão.

quarta-feira, maio 17, 2006

31

Dias II. Ser restrito e omitir palavras. Sentir a noite inteira e ter felicidade pra distribuir no futuro na forma de lembranças. Um fim de dia pra se levar tirois ou arruinar sua própria obra. Todas mentiras...todas elas...

terça-feira, maio 16, 2006

30

Dias. Há pessoas com sobrenome "dias"...mas nem todos nós vivemos dias...eu vivo dias de pensar nos dias que poderei viver sem lembrar de outros dias....fazendo novos dias. Querida moça que mostra um dia por vez e traz um dia diferente por dia, diz que dia-a-dia faz diferença quando não se escolhe quem amar. Eu acredito em voçê, querida. Tom Jobim não esceveu ... "Querida"?

segunda-feira, maio 15, 2006

29

Do caos e da tranquiliade. Percebo um dia agora que se faz "noite". Tudo tem de tempo mas não participa da vida de quem se julga ser dessa vida ordinaria do 15 ou 16 de maio 2006, eloquente ou ciente de sua realidade. Agora, o 'agora' ficou abalado. O chão não tem tenacidade suficiente para todos. Em Campinas, São Paulo, presenciamos um pouco do que poderia ser 'aquilo que a globo mostra no jornal quando fala "terrorismo"'...
Seres...entes...humanos...pessoas...sei la...por pior que pareça a situação...ela tem substancia de aprendizado e autenticidade. Vivamos e aprendamos...por favor. Não deixe a
mediocridade tomar a situação e favorecer o momento com a lentidão incondizente que nosso tempo pede. Não basta a mídia dependente de dinheiro por segundo pagar pelos fatos que nos assolam. EPTV....Correio...negociando comerciais entre lacunas de medo para nossos descendendentes....somos muito mais inteligentes que um sistema midiático...iditoa e pueril. Há um pouco de verdade tocando nossos egos...e isso vai sobrepor o 'terror' tanta da merda da televisão como da pressão dos agressores. Perdoem-me a franqueza, mas há muito mais capacitados e vivos para a vida do que qualquer empunhador de armas ou mentiras...olhe para o lado e veja quem nós queremos bem...essas pessoas promovem muito mais o mundo do que qualquer atentado...e nenhma bala de fuzil é capaz de deter a esperança de um povo que já perdeu demais em sua história...e que agora, sofre com uma revolta que não é coerente entre agressores x agredidos. Acadêimcos e teóricos que me perdoerm...mas suas 'esterieledade" frente a realidade não significa algo? Será que essas ciências jã não dão mais conta do recado? O seu maldito salário, professor da unicamp (por mais que seja teoricamente provado...estatisticamente...blablabla) tira do estômago de algumas crianças centenas de centelhas de esperança de um mundo melhor...A culpa é de vocês? Espero que haja alguma tese provando o contrario, senhores....senhoras....bolsas...bolsas...bandejoes...a escalada da violencia vinculada a satisfacao dos desejos capitalistas de milhoes de nos brasileiros...e eu...caro leitor....gozo de um computador...energia...e internet. E eu odeio a ilusao marxista ou o maldito Che (como camiseta nos IFCHEIROS)
MALDICAO!!! O que faremos...nao da pra jogar River Raid em casa ou comer feijoada na favela em paz....meus caros....o Brasil nao esta na TV...esta na nossa pele...
Espero que esse nao seja meu ultimo post....ele tem sabor e tempo de mais.

28

Olhos profundos

Feito um menino que permite ao coração
Sair correndo sem destino ou direção
Que vire vento e sopre feito um furacão
Que nesse fogo por amor eu ponho a mão
E até permito as cantorias da paixão

O velho barco toda vez que vê o mar
Fica confuso, com vontade de zarpar
E ver o mar às vezes bem que é preciso
Pra ter certeza de ainda estar-se vivo
Mesmo que o casco esteja velho e corroído

Como uma estrada que vai dar não sei aonde
Por meu destino o coração é quem responde
Braços abertos pra se ver a luz do peito
Com grande amor que seja puro amor refeito
Olhos profundos não me olhem desse jeito

Renato Teixeira

Essa música tem um pouco de mim, assim como Staralfur do Sigur Ros, querida.

domingo, maio 14, 2006

27

Sobre o egoísmo. Para começar eu não conheço pessoas sábias que sejam egoístas. Parece meio óbvio, não? Mas não é...Nosso tempo produz crianças inteligentes que acoplaram a sua moral um tipo de bloqueio a consciência de si mesmas. Explico: elas não se enxergam como egoístas. Elas agem como se seus respectivos problemas fossem únicos e imensurávelmentes piores do que de qualquer outra pessoa. Agora veja: cada criança dessa não desenvolveu uma gama de sinapses para conviver (de preferência bem) com outras pessoas. Tolerar defeitos e qualidades alheias e lidar com as sensações derivadas: isso requer humanidade, isso requer sorriso sereno no rosto e sabedoria. Entretanto os respectivos campos de ação dessas crianças, ou seja, seus 'mundos', são medíocres quando não microscópicos...bem menores que seus próprios umbigos. Assistiram tantas poucas coisas e dessas poucas tiraram conclusões megalômanas...Elas são tão frágeis...não suportam um vento mais forte que buscam um agasalho. Lembro a frase do sr. Brecht: "É fácil conhecer os homens. Na guerra, as crianças choram." Utilitarismo...tudo bem, sr. Mill e sr. Bentham...mas os dias que se aproximam, mesmo 'decadentes' precisam de mentes mais apuradas e sensíveis...coisas que essas 'crianças' não possuem...e o sistema natural de seleção irá regular suas vidas...aproveitar de seus medos e incertezas...e acima de tudo de sua ignorância (seja intelectual, sentimental, espiritual, etc.) com relação ao mundo que mais se aproxima da realidade e irá dizimá-las. Eu também sou egoísta. Todos somos? Será? Temos como mensurar? Tecnologia para tal? Basta olhar para o lado...e discernimento. Creio que podemos sim, com inteligenciasensibilidadetecnologia desmistificar essa força que dá ao egoísmo toda essa importância...O egoísmo é um acompanhante não-desejável para o século XXI. Há muitos egoístas, e eles são todos além de idiotas, mentecaptos. Todos aqueles que consideramos úteis a nossa evolução compartilharam seus feitos, suas obras e suas idéias...e não se esconderam atrás de seus medos...não se acovardaram. Aquilo que contaram à essas crianças que é contabilizado como inteligência, está longe de ser qualitativamente inteligência e elas precisam de muito mais pra sobreviver. O futuro da natureza humana...sr. Habermas.

Dedico esse post ao sr. Adorno e a meu amigo Mal.

26

Lapso. Esqueci de acrescentar ao post 25 que Nietzsche faleceu após 10 anos de loucura...ou algum tipo de patologia não identificada na época. Na minha opinião, ele ficou esperando por um jardim durante esse tempo...que só encontraria realmente em outras dimensões; No entanto, só chegaria lá sem aquele bigode ou todo o soma que o prendia a essa estranha terra demasiada 'humana'.

25

Nietzsche, The Caterpillar e o dia 25 de agosto. A história diz que o cômico senhorescravo e nas horas vagas pretendente a "übermensch" Nietzsche faleceu 25 de agosto em 1900. De fato...ele morreu. Mas antes disso ele sentenciou a morte de Deus. Essa 'coisa' de matar Deus teve tanto peso...e chocou tantos...que ofuscou boa parte de sua arte. O Deus que morreu não era somente um ícone religioso...era a verdade absoluta para muitos. Entretanto, há de se averiguar melhor as várias versões sobre o que ele tentou dizer com isso. Eu não aprecio muito essa parte de "A Gaia Ciência" a não ser o começo do aforismo sobre um louco com uma lanterna...eheheh.....isso é hilário. Caterpillar é uma bela e engraçada música do The Cure. O clipe começa com estranhíssimos barulhso feitos num violino e se concentra dentro de um orquidário com a banda tocando entre vários insetos (larvas, lacraias, borboletas, centopéias e .... um dragão chinês)...mas sem a presença da 'caterpillar girl'...Ligação entre as informações aqui? O sentido da vida...Não..."A arte...para que a verdade não nos destrua"

24

O Monstro e suas características - Parte III. Vasculhando entre as minhas vísceras encontrei uma pele mais bela que a minha. Era o avesso da meu maior orgão...da minha própia pele. Vesti-a ao contrário...Que aparência linda...Agora Kurt Cobain sentiria orgulho de mim...Come as you are. O Monstro sem máscaras...nem mesmo a própria face...nada mais vulnerável do que "eu" mesmo. O alvo fácil das infecções e dos vírus...quase em carne viva...uma nudez definitiva...nada erótica.

23

Réquiem para Thiago. Sim. Todas as minhas crenças de mãos dadas estão reunidas em volta do meu corpo moribundo. Não. Não convidei convicção alguma. Não tinha nenhuma. Repouso. Recordo de Walt Disney e sua Branca de Neve e seus estranhos Sete anões. Eles pensaram que ela havia morrido...porém o amor a ressucitou. Um cristo moderno...com pele alva e roupas de mesma cor da virgem, vermelhas e azuis. Seria demais se alguém escolhesse uma música apenas para um momento que eu me desfaço...Só seria coerente várias músicas tocando aleatoriamente nos olhos daqueles que nutriram amor pelo ser fui até o presente momento. Após tétrica passagem, recordaria junto a meus amigos sobre a ineficácia da democracia ou da forma que superestimei a esperança em vida. Meus anos de vôo. Um Drácula mortal e um simples e egoísta homem...Todos os discursos apontariam minhas falhas...meus erros....minhas culpas...meus deslizes....minhas malfeitorias...e depois de dias de testemunhos...uma eternidade para os que ouviram pensarem: bom...depois de tudo que ouvimos o que restou desse que chamamos e acusamos de 'Thiago'? Respondo "eu" (não em sessão mediúnica ou transcomunicação): resta toda imaginação sobre mim...e eu sou um amante do ser humano...e sua tendencia a criação...criem meus feitos. Imaginações póstumas...Minha vitória sobre o tempo estará na beleza que eu plantei nas mentes humanas que me viram de passagem por aqui.

sábado, maio 13, 2006

22

Deficientes Sentimentais. No meu juízo, "ser" um deficente sentimental hoje é um sério problema. Parece que essa "condição humana" é um desemboque de tantos artifícios de nossos mecanismos de sobrevivência. Pessoas que lembram 'freezers' e xiam como tal... (thom yorke, karma police). Por mais que eu julgue isso por uma má situação que chegamos...posso estar errado. Quem sabe não sejam os sentimentos (as paixões) os principais desvios de nossa evolução. Parece que eu visitei o futuro (Sem um D'Lorean) e eu vi uma dimensão sem sentimentos...Parece que não havia conflitos nesse 'futuro'...um mundo não patológico. Entretanto, eu não soube "conviver" nessa dimensão...Nada daquilo me dizia a respeito. Num mundo imaterial e amoral...não consegui viver o maniqueísmo...o mundo binário. Não havia muitas escolhas...por isso suspeito que o Deficiente Sentimental seja um prenúncio de um futuro...de um dos vários possíveis....mas eu gosto tanto de Debussy...Radiohead...Emoções...não sei...não sinto...

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O Monstro e suas características - Parte II. Caso chegue a outro planeta e ao encontrar uma incrivel coisa que remeta a um ser que pareça vivo...e melhor, "digno" de comunicação...como explicaria "música"? Se lembrarmos de "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" de Spielberg, sabemos que aquela imensa 'nave' se comunicava conosco - terrestres - por meio de luzes e...som. Eu não sei cantar ou tocar nenhum instrumento e mal consigo vibrar minhas cordas vocais e falar o idioma português direito...E se essa coisa não possuir 'sistema auditivo'? Na minha opinião...seria uma pena. Enfim...muitas vezes encontro com seres humanos com uma sensibilidade tão débil...que sinto que estou lidando com seres tão frios quanto meu computador. Deficientes mentais são tão disciminados...mas esquecemos dos Deficientes Sentimentais...

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As mudanças e minha promessa de falar sobre o porquê da minha predileção por Nietzsche. De duas ou três semanas para cá, eu não me aproximei do meu aniversário, entretando eu vivi algo como um 'inferno astral.' Visitei alguns mundos enquanto dormia, perdi neurônios nas viagens astrais, recobrei memórias, escrevi, trouxe comigo algumas 'infecções' de algumas dimensões - estou me livrando delas, aos poucos - e principalmente topei com dêmonios, anjos e anjosdemonios. A alegoria de todo esse emaranhado de coisas me ajudou a passar os dias e a chorar quando a taxa do IPCA em 1998 ou a política econômica do plano real e seus efeitos desastrosos a dimensao social surgiam nos slides da aula de Economia Brasileira. Eu chorei porque com os pés no chão eu pensei que poderia estar me sentindo como a 'vitima'. Aquela espécie nojenta e autopiedosa que chora de si...se julga a pessoa com os maiores e unicos problemas do mundo...o egoismo concentrado, gestado e espalhado em forma de lágrimas..."oh...tenham pena de mim, meus amigos...eu sou um desgraçado". No entanto, eu senti que não era isso. Eu superei essa fase...em alguns sentidos. Eu chorei porque eu estava vivo...e por pouco...muito pouco eu não estaria naquela aula de Economia Brasileira e toda 'lógica perversa e hipócrita" que envolveu o plano real e seus agentes. Há mudanças...um anjo que eu não conhecia tão bem ainda pôde me mostrar e reativar o quasemorto aqui dessa semana .Em breve eu explicarei a minha predileção pelo cômico filósofo alemão que muito me ajuda a destruir alguns 'pensamentos' e chãos e a relação dele com esse blog e especificamente com esse post. Isso não é uma promessa.

quarta-feira, maio 10, 2006

19

Quem ri demais. Eu ri demais hoje e eu ri para debochar da vida. Para agradar tudo aquilo que não tem ou faz sentido. Um dia pra eu chorar por dentro e verter lágrimas pelos dentes. Um sacríficio entre sentimentos tão ruins me rodeando. Meu amigos...meu caros, fizeram parte de um dia cinza em que eu os fiz todos coloridos...e eu não poderia deixar de pintar o mundo com as cores borradas e incompreensíveis das minhas dores e erros. Eu ri demais hoje porque eu queria berrar. Eu queria chorar para que algum Deus me ouvisse e me desse o sabor da barbárie de um momento de certeza...uma certeza de não ter errado, de não ter agido errado ou de ter sido mais um grande falseador entre tantos...mas um pouquinho da ventura daquele que olhou nos olhos da criatura amada e permitiu - como nunca antes - o acesso ao meu ser, tão bem guardado ser. Esse foi o meu erro? Não. É uma questão de ponto de vista...de quem viu? No meu caso...eu ri. Eu ri no Masp. Eu ri num ônibus. Eu ri-chorei entre as minhas crenças e um dia que parecia de arte...e de fato foi...se não fosse trágico.

O Escrúpulo é a Morte da Acção

O escrúpulo é a morte da acção. Pensar na sensibilidade alheia é estar certo de não agir. Não há acção, por pequena que seja - e quanto mais importante, mais isso é certo - que não fira outra alma, que não magoe alguém que não contenha elementos de que, se tivermos coração, nos não tenhamos que arrepender. Muitas vezes tenho pensado que a filosofia real do eremita estará antes no esquivar-se a ser hostil, pelo simples facto de viver, do que em qualquer pensamento directamente relacionado com o isolar-se.

Fernando Pessoa (Barão de Teive), in "A Educação do Estóico"

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Eu não consigo dormir. Eu não consigo dormir porque o chão que apoiava minha cama e consequentemente minhas idéias ruiu. Aquilo que acreditei e que por muito vivi foi destruído por algumas poucas ações. Eu a amei mas isso não credenciou-me a não sofrer. Isso não me livra de um dia como esse e de todas as lágrimas que aqui 'brotam'. Nas palavras eu desconto a minha solidão e ao mesmo tempo indignação. Minha 'honra'...meu 'desastre'. A minha 'sinceridade'...minha 'armadilha'. Todos esses ditos atributos entraram em conluio contra mim em ardiloso e sofisticado sistema de 'destruição' de sonhos e realidade. Minha vida - essa que vivo agora - mudou. Meus caminhos são tão outros que eu não tenho pés para atravessá-los. Essas palavras...são palhaços num circo de algumas pessoas. Lembra um circo de aberrações - o Brasil não contou tanto com esses Freak Shows. Irão rir com as tolices que eu plantei, irão gargalhar com minha 'bobícia' de apaixonado e 'tripudiar' nas minhas juras de amor. Um divertimento e tanto, para toda família....inclusive de um circo. O domador de ratos rirá, a mulher gorda rirá, as gêmeas siamesas rirão, a mulher barbada rirá, o homem-elefante rirá, a zebrinha do 'fantástico' rirá...e para cada gargalhada, um idiota como eu estará chorando em alguma madrugada que não fala.

terça-feira, maio 09, 2006

17

Resignação ao ódio e ao amor. Irei sem dúvida - adeus a neurastenia nesse ponto - abdicar desses meus preceitos de vida que tanto fiz real e sério. Minha vida é uma grande e pequena desgraça engraçada. Sorrio tanto e tenho tantas belezas ao meu lado que perco o outro lado hediondo, onde se arrastam tanta bestialidade e acabo por não chorar. O velório de minhas crenças tem um grande sacerdote ( ou seria sacerdotiza?)...Desisti de um caminho ordinário, humano, pacato e míope o qual iria seguir. Agora, sou Monstro, uma agremiação de conhecimentos pronto a destruição e autodestruição. O pequeno feto em gestação que fui um dia deveria ter visto o cordão umbilical como instrumento de tortura e todo útero um prenúncio da grande prisão aqui fora. Já que nasci, feliz e orgulhoso, agora vive em mim uma dor que impulsionará todo a destruição de vários paradigmas nos curtos anos de vida que me restam. Olharei para "sim" e olharei para o "não". Ambos prenunciam a minha e sua vidamorte. "Adeus" é a primeira palavra a ser destruída.

16

We are floating in Space. All I want in life's. A little bit of love to take the pain away. Getting strong today. A giant step each day.

15

Inútil. Inútil ir a um lugar onde não se pode enxergar. Pior. Ir a um lugar onde até se enxerga, mas não se compreende tudo aquilo que vê.

domingo, maio 07, 2006

14

Serotonina, Dopamina e outros. Um dia já me servira um sorriso. Hoje o monstro não entende moral ou promessa de caminhada como solução dos males de um cérebro. Coração só bombeia sangue! Que invenção romantica tratá-lo como um músculo romântico (para não dizer calculista). Que se foda o seu amor, maldito(a) sonhador(a)! Minhas excreções todas unidas são mais reais do que o tal 'amor'...Prova maior é a química que manipula todos neurônios e neurotransmissores e traz prazer e desejo muito mais rápidamente do que qualquer perverso e masoquista romance. Todos irão falecer...os que creêm no amor e aqueles que preferem 'amor' em pilúlas ou em pó. Eu não gosto das idéias de Bentham, mas entendo que ele se esforçou. Porém Freud teve acesso a cocaína...

13

O Monstro e suas características - Parte I. Se possível, não devemos alimentar animosidade contra ninguém, mas observar bem e guardar na memória os procedimentos de cada pessoa, para então fixarmos o seu valor, pelo menos naquilo que nos concerne, regulando, assim, a nossa conduta e atitude em relação a ela, sempre convencidos da imutabilidade do carácter. Esquecer qualquer traço ruim de uma pessoa é como jogar fora dinheiro custosamente adquirido. No entanto, se seguirmos o presente conselho, estaremos a proteger-nos da confiabilidade e da amizade tolas. «Não amar, nem odiar», eis uma sentença que contém a metade da prudência do mundo; «nada dizer e em nada acreditar» contém a outra metade. Decerto, daremos de bom grado as costas a um mundo que torna necessárias regras como estas e como as seguintes. Mostrar cólera e ódio nas palavras ou no semblante é inútil, perigoso, imprudente, ridículo e comum. Nunca se deve revelar cólera ou ódio a não ser por actos; e estes podem ser praticados tanto mais perfeitamente quanto mais perfeitamente tivermos evitado os primeiros. Apenas animais de sangue frio são venenosos. Falar sem elevar a voz: essa antiga regra das gentes do mundo tem por alvo deixar ao entendimento dos outros a tarefa de descobrir o que dissemos. Ora, tal entendimento é vagaroso, e, antes que termine, já nos fomos. Por outro lado, falar sem elevar a voz significa falar aos sentimentos, e então tudo se inverte. Com maneiras polidas e tom amigável, pode-se falar grandes asneiras a muitas pessoas sem perigo imediato.

Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'

12

Azul. Um dia para o passado ficar e não me devolver mais. Se o abraço curasse meus dias azuis...por que não me abraça quem eu quero? Por que tanta carência, ser quase humano? Se aceitasse minha inseparável amiga 'solidão' não sofreria tanto assim? Mas solidão é um novo orgão vital do meu corpo, tão importanta como corãção ou o cérebro. Nós olhamos com desprezo para a 'tristessa'...Que fortaleza de sentimentos é capaz de suportar o vento forte das alturas? Como a beleza que endossa toda nossa existência não suporta dias azuis...Acho que é porque ela fica distante nesses momentos, com medo...Se ela - beleza - me intoxicar eu posso gostar mais do mundo e das pessoas e decorre disso uma vida curtíssima.

sábado, maio 06, 2006

11

As varandas. Se você lembrar de mim, amada imortal...só posso estar em uma varanda que lembra um farol...há tantos horizontes...crepusculos...Ficam rosa. Da cor que você mais gosta e que pena que você não sabe dizer do que eu gosto. Só velejo no silêncio...o monstro aqui precisa da música pra amparar a dialética.

10

O(s) Aborto(s). Há coisas vivas demais dentro de nós. Esquizofrenia ou não, tantas vozes encobrem e se apropiam do seu ser mesmo. Não dá pra pagar psicanalistas para todo o mundo(eles cobram alto pela consultoria), até porque está na hora de superar a psicanálise....ela virou conversa de rede globo de televisao e o mercado não está tanto favorável essa área...eu sei de drogas no meu sangue eu fazem estragos ao meu organismo para levar a 'tristessa' embora...No entanto, meus algozes queridos , sem vocês não seria o que sou (exatamente aquilo que deixei de ser porque tudo que já é...nao me importa mais). O aborto e dolorido? Não é. Não e preciso também uma visita a Igreja mais próxima para uma catarse e liberar um "daimon" seu...Entretanto, considere um massacre de idéias...implosões causam explosões. Homens-bombas precisam IPods....Minerva deveria abandonar a inteligência...o feio guarda o belo e faz questão de sentir. Não esotu em busca de salvação, só quero o amor da amada, aquela que escolhi para doar o meu amor. Maldição...não me ataquem por isso!

9

Manso e Feroz. Acho que a música é caçador de mim do Sr. Milton Nascimento, Sa e Guarabyra ou Drummond, Pessoa, Neruda, Miquelangelo, Bill Gates, Milosevic e rolos de papeis higienicos....ou algum ente com coração e amor a uma ou várias mulheres....Devo estar errado...mas eu virei esse monstro "doce e atroz, manso e feroz."...meu caçador de mim. Preso a canções, entregue a paixões que nunca tiveram fim...vou me encontrar longe do meu lugar - acho que é la perto daquilo que parece musica "Staralfur" do Sigur Ros - ...nada a temer senao da correr da luta, nada a fazer senao esquecer o medo...abrir o peito a força (irei precisar de alguns intrumentos da medicina para deixa-lo aberto) , uma procura...fugir as armadilhas da mata escura(da clara tbm, que me irrita de tão falsa as vezes)...longe se vai SONHANDO demais...mas onde se chega assim? Vou descobrir o que me faz sentir...meu caçador de mim."

8

Deixe-me beija-la. Nas tempestades de detritos sentimentais, não vislumbro uma situação a dois sem o minimo de lágrima recíproca. O sorriso de cada um transfere-se para o outro. Na síntese, é quase um mesmo motivo que origina um sorriso ou um orgasmo que é essa relação. Só não posso aceitar o discurso de complementariedade..."nos nos completamos"...mas quem disse eu nao vim inteiro? Inventivos construtores sem-querer da realidade que vivo...a criatividade que não tem esse nome mais - tem um outro nome, mas você não é capaz de imaginar sem perder seus sentidos. Sim...

7

Do além. Pasmem ou não, escolhi uma estrada que não tem direção - e mesmo se tivesse, eu nao saberia pra onde ir - O sete é tão perfeito como três e o taoísmo ofere o caminho do meio. Ei...obrigado, amigos. A recompensa de vocês está além daquilo que vocês acreditam ser bom. Quando 'a primeira pessoa' comecar a sumir do discurso...quando "eu" preferir um telhado a um guarda-chuva...e quando o jovem idealista mutar-se para um velho inovador e de quebra quando não houver adoração de qualquer espécie. Domínio...lembra prazer demais. Propriedade...coisinhas e coisinhas que esses defuntos filosfos discutiram e discutiram...que tipo de pessoa abgna de sua realidade em prol da aniquilamento da mesma?