terça-feira, julho 04, 2006

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Audácia e astúcia se entrelaçam no espírito do escravo. Ah...mas quem ousou dizer que eu não sou um escravo de tantos outros escravos? Sou. Entretanto, sou "senhor" também. Seleciono por vontade...separo as "pedras" que irei carregar e as outras que atirarei. Não...eu não falseio uma existência sobre circunstância moral alguma...nenhum ser divino irá arcar com a minha mediocridade. O peito aberto aqui é para receber flechas e tiros...e o medo é só um dos meus aliados. Desconhecido...esse velho amigo...não o temo e compartilho o mesmo cálice com ele. Visto essa saudade amarga de um tempo que não pertenci e transmuto minhas idéias em ações ora subversivas e outras simplesmente tolas. Respondo a mim mesmo. Minha tristeza e minha dependência...meu amor pela música - minha amada - e a arte como um todo...Deixo o tempo de lado...quando eu não mais estiver dizendo "eu" e as lembranças daqueles que considero nessa vida estiverem esgotando...daí sim o que eu digo hoje fará sentido. O plano é o seguinte:

SigurRós:Caravaggio:Nietzsche:
Conscienciologia:Pessoa:Freud:Foucault:
Adorno:Kubrick:Plêiades:
Azul:Acácias:Gafanhotos:Destruição:
Teletransporte:Hesse:Tesla:2013:Dioniso:MDMA...


Um comentário:

Anônimo disse...

Perdas e conquistas querido. É preciso aprender sobre os dois.