sexta-feira, julho 21, 2006

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A arte sente saudade pela manhã no jardim. Voam ambas para uma dimensão de incertezas. Um relâmpago que anuncia algo (e Einstein) ergue do chão flores que eu tentei esconder...A chuva de remorso fizeram das sementes, grandes florestas por onde eu passo. Lembro de contornar o quarteirão e achar que li se resumia o momento feliz de braços dados...Recordo o dia que paramos para desenhar...Sou tantas lembranças...e amores.

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