segunda-feira, outubro 02, 2006

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Daquilo que não falei. Respondi: "espero que você não mude e não se vá". Lágrimas desceram para o chão onde é o lugar onde tudo cai. Meus propósitos maiores pararam de me proporcionar energia para continuar um projeto que só vale na medida que aufere bem-estar as pessoas que considero. Um dia eu calo meus neurônios também! Porque não reconheço prazer mais nos meus pensamentos, todo dia chove...e chuva lá do alto, caindo...caindo...A escuridão do meu desânimo cobre a luz que tanto me fez...e nesse momento não tolero...mas escrevo. Sob o domínio de uma nota triste da sinfonia, eu releio o escrito de ontem. Esse de agora tambem não significa muita coisa: carrega o meu desprezo por mim mesmo, o meu asco pelo excesso de palavras que exprimem tão somente o meu egoísmo e um espírito de vítima...Pois há várias desgraças rondando o mundo e não parece que a minha seja tão importante assim...Acabou a música e acabou a manhã. Preciso de dias mais limpos e com o mínimo de razão possível...as férias que eu nunca tive e a implosão que eu sempre quis. Eu sei do meu inferno...

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