quarta-feira, dezembro 13, 2006

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Medos e afins. Recordo fotos da infância...um "eu" tão inabalável pelo mundo cão. Meus temores eram monstros...criaturas inexistentes que insistiam em existir na minha mente e debaixo da cama. Hoje (quase amanhã) os meus medos multiplicaram. Receio tantas coisas e assim mesmo sou considerado 'maduro'. Que infelicidade a minha portar tantos medos certos...tantas fobias que não fariam nem cócegas na criança forte que fui um dia. Hoje (quase depois de amanhã), eu temo em lhe dizer não. Penso duas vezes ao agir pela vontade...Não atravesso nenhum caminho depois de certa hora e pior, tenho medo de mim mesmo. Medo de financiar os meus próprios medos e sacrificar o meu tempo em função de um dia de paz e amor. (Não ao momento) Pressuposto para dizer sim. Nessa madrugada eu desejo o fim. "Durma com os anjos..." teria dito Augusto dos Anjos?

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