sexta-feira, fevereiro 01, 2008

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O que eu sei sobre Relações Internacionais - Parte II: Parece que alguns jovens que escolhem esse curso no Brasil são inicialmente levadas a crer que há possibilidade de um mundo melhor e que serão agentes transformadores dessa "era". Alguns até pretendem levar o Brasil à condição de potência. Depois do momento "idealista", o aluno passa ao "realista": Não há emprego no Brasil para os ex-alunos de Relações Internacionais. Não que não haja trabalho, o que é diferente. Conscientes da história do grande negócio chamado "Brasil" em seus quinhentos anos sabem bem o lugar de um analista de relações internacionais. Os bons olhos dos especialistas em "marketing" viram uma grande oportunidade na academia de lucrar com a falta de ídolos e de uma geração niilista que sem ideologia quer mudar um mundo que nem ditadura mais tem. Necrófilos dos autores europeus ou entusiastas dos contemporâneos cientistas da América se esmurram por uma descrição fidedigna de um mundo que dependem de "museus de conhecimento" para traduzir o presente.

Um comentário:

Anônimo disse...

blablabla