terça-feira, março 11, 2008

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1. Na minha infância. Era uma menina (como a senhorita é hoje) que eu sonhava e rezava um dia encontrar. Hoje passo pela vida (e ela passa sobre mim) e o desejo ainda é o mesmo, num corpo já cansado e desgastado pelos vários sonhos mortos pelo tempo e desilusões. O caminhar é lento, mas o coração quase implode ao ressuscitar todo o (teu) semblante na minha memória. O presente é esse:fechado pelas nossas escolhas e preenchido por alguns desencontros.

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