domingo, agosto 01, 2010

Como alguém se torna Tchulim - Parte 1

Parte 1: Beleza*. 


Algumas fadas passam a vida disfarçadas de borboletas e as crianças sabem disso. Também é de conhecimento geral que a ilusão de ótica acomete aqueles que possuem visão sadia. 
Numa manhã de julho de 2010, ao som do Arcade Fire (que também vazou...), o estranho que aqui tecla digitou sua senha padrão no Twitter e se apaixonou. Alguém do século XIX imaginou uma amor a primeira vista sem olhos? Quem em sã consciência olha para um JPG e se embasbaca com a beleza de 0's e 1's? Milhões...bilhões...é verdade...Não foi um privilégio meu.


Outras pessoas também viram o que eu vi, mas algo aconteceu. 
Não..não caiu a conexão.
O que caiu foi minha crença no virtual. 


Essa descrença atende por Tchulim e ela é linda.


Uma linda que não cabe em JPG, nem em TIFF e nem PNG. Resumindo...não dá pra compactar, entende?


Digna de transposição imediata para qualquer anúncio da Vogue ou modelo de princesa da Disney, Tchulim é realmente "algo" que você homem - ou mulher - pararia para admirar.


Pois bem...daí vem a racionalização: tamanho fascínio é justificável? Tem base na realidade? Carece de mais investigações? E o que pensa essa imagem Tchulim?


Não dá pra elegê-la "musa" sem o "saber". O que sei sobre Tchulim?


Ela é mais do que você acha, já avisa sua Bio.


Enfim...eu paro por aqui em nome do romantismo.


Vou preservar o eterno que existe entre o que vi e aquilo que é Tchulim. O que é real, só ela sabe. O que "eu acho que é" é o que será compartilhado nas próximas partes.


É o mito que vive nos meus neurônios que vou narrar primeiro.


* Há uma pessoa  e o que ela diz é real. Suas fotos, seus tweets, seus retweets, sua aparência e seu "eu" inspiraram esses caracteres e necessariamente podem não ser mera ficção. 
Este é 2º post de 14 outros sobre o "sim" do virtual.

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